segunda-feira, 31-05-2010 às 09:48 @ Comentários @ Por Aime Reis {K-Chan Nhayök} Design @ 69 palavras

Hoje trago mais uma produção minha, um banner para comunicação de Ana Beatriz Guazelli, da UNESP/Assis.

*Não está em seu tamanho original, que é 60x40cm.



segunda-feira, 12-04-2010 às 20:17 @ Comentários @ Por Aime Reis {K-Chan Nhayök} Textos @ 890 palavras

A matéria é verdadeira, escrita por mim após entrevista com professor Carlos Eduardo Mendes de Moraes da UNESP/Assis, para concorrer à bolsa de jornalismo oferecida pela instituição.

1ª JORNADA DO GRUPO DE PESQUISA “A ESCRITA NO BRASIL COLONIAL E SUAS RELAÇÕES” será realizada em maio, na UNESP de Assis.

DATA: 20/05/2010

HORÁRIO: 08:00 ás 22:00

EMISSÃO DE CERTIFICADO: Sim

INSCRIÇÕES PARA TER DIREITO AO CERTIFICADO: Serão realizadas online durante o mês de abril.

ORGANIZADORES: Carlos Eduardo Mendes de Moraes, João Roberto Inácio Ribeiro, André da Costa Lopes, Heloiza Brambatti Granjeiro, Luís Fernando Campos D’Arcádia.

LOCAIS: Anfiteatro Antônio Merisse; Mini Anfiteatro de História, sala 02 do prédio 01 e sala 05 do prédio de história – UNESP/ASSIS.

PÚBLICO ALVO: Todos os vinculados ao grupo de pesquisa e os interessados no assunto: Brasil Colonial histórico e literário, principalmente alunos dos cursos de Letras e História.


A importância da história é imprescindível, essencial e primordial para enriquecer o projeto e trazer uma leitura menos literária e mais documental. – respondeu o professor Carlos Eduardo, um dos coordenadores da 1ª jornada do grupo de pesquisa “A escrita no Brasil Colonial e suas relações”, ao ser questionado sobre a importância do ingresso de alunos do curso de história na realização desse tipo de pesquisa.

O grupo de pesquisa “A escrita no Brasil Colonial e suas relações” existe há 15 anos e é composto por nove professores, quatro alunos da pós-graduação e entre oito a doze alunos de graduação em Letras, além de contar com a colaboração internacional da professora Vania Pinheiro Chaves, da UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Surgiu com o intuito de estudar documentos do Brasil Colonial a fim de “cobrir” o buraco temporal existente na primeira metade século XVIII com o fim das publicações de Padre Antonio Vieira e Gregório de Matos, a discussão visa resgatar os acontecimentos dessa época com documentos que nunca foram tratados e estão, em maioria, localizados em Portugal. Entre os destaques das descobertas obtidas pelos pesquisadores está um levantamento de poemas escritos por Frei Antonio das Chagas, realizado em 2001, que aprontou uma relação entre Frei Antonio das Chagas, Gregório de Matos e Padre Antonio Vieira. O grupo busca direcionar um tratamento filológico e documental a fim de que esses escritos possam vir a circular em meio científico com mais segurança e clareza, comprovando a existência de importantes publicações no Brasil, ou sobre o Brasil, antes do surgimento do Romantismo. O evento conta com o apóio do departamento de pós-graduação em Letras da UNESP de Assis e vem suprir a necessidade de expansão, intercâmbio e troca de informações entre professores e pesquisadores da área.

Estarão presentes professores representantes da UEL, UNOESTE e UNAERP, além dos professores Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (filologia USP), Jarbas Vargas Nascimento (linguística PUC-SP), Claudinei Magno Magre Mendes (História UNESP/ASSIS) e da professora Ana Maria Domingues de Oliveira, representando o CEDAP (Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa) da UNESP/ASSIS.

Durante a jornada serão apresentados trabalhos sobre o tema “Brasil Colonial” e “estudo de documentos”. Haverá também exibição de painéis.

Já está programada para outubro de 2010 uma segunda jornada que contará com a participação da professora Iris Kantor, da USP.

PROGRAMAÇÃO:

MANHÃ: Abertura realizada por coordenadores do curso da pós-graduação em Letras e pela direção do Campus de Assis.

Mesa com debate composta pelos professores Jarbas Vargas Nascimento, da PUC-SP e Carlos Eduardo Mendes de Moraes, da UNESP/ASSIS.

Apresentação das comunicações, com início marcado para ás 10:30.

TARDE: Apresentações das comunicações e painéis.

NOITE: Mesa com os professores Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, da USP, Ana Maria Domingues de Oliveira e Claudinei Magno Magre Mendes da UNESP/ASSIS.

Aime Neize dos Reis

Aluna do segundo ano de LETRAS/diurno

UNESP/ASSIS



quinta-feira, 01-04-2010 às 15:30 @ Comentários @ Por Aime Reis {K-Chan Nhayök} Novidades,WWW @ 107 palavras

Yattaiko é o maior evento de cultura japonesa realizado na cidade de Assis/SP.
Sua primeira edição foi realizada no ano de 2008, com o intuito de adquirir instrumentos para o grupo de taiko da cidade!

Eu fui a desenvolvedora, criadora e designer do site para o evento, que pode ser conferido no endereço: Yattaiko.klaryan.com!



terça-feira, 11-08-2009 às 00:34 @ Comentários @ Por Aime Reis {K-Chan Nhayök} Textos @ 1238 palavras

The Future Of English

For many years now we have been referring to English as a global language …. as the language of communication and technology. Everybody seems to be learning English and it isn’t uncommon to see English being used as a means of communication between …. let’s see … a German scientist …. and an Italian politician. These days … if you don’t know English, you are in danger of being excluded from what’s going on … in education, at work … and especially in the world of technological advances.

Very soon English will be the second language of all the people in the world. This is happening while I am speaking to you. We can’t be certain of how long the process will take but there is no doubt that it will happen … and my bet is that it will happen sooner rather than later.

First of all English will be an obligatory subject on every school curriculum throughout the world. By the year 2010 around two billion people … that’s about a third of the World’s population ….. will speak English as their second language. This isn’t my prediction by the way. This is what the experts say.

We can see evidence of these changes all the time. Let’s take the Eurovision Song Contest as an example. Whatever we might think of the contest itself …. one thing that has changed recently is that now countries can opt to sing in English. In the last festival fourteen of the twenty five competing countries asked for the rules to be changed to allow them to sing in English. They argued that singing in their own language would put them at a disadvantage. I suspect that in a few years time all twenty-five countries will be singing in English.

And what exactly does all of this mean for native speakers of English? Well, we are already in a minority. If the calculations are correct, then in ten years time, majority speakers … that is non native English speakers … will outnumber native English speakers by four to one. The two most important Englishes won’t be British English and American English. They’ll be Native English and Majority English. So native English speakers will be handicapped. We will be the only people in the world who speak just one language. Because … let’s face it … there won’t be much of a reason for native English speakers to learn a second language. We … and not the Majority English speakers … will be the disadvantaged.

As more and more people speak English it makes sense that they will become more competent. They will start to control more of the English resources being produced and to have a say in what should or shouldn’t be included in dictionaries and language books. This might seem far fetched but it is already starting to happen.

Let’s use Sweden as an example. Their music exports …. predominantly English … account for more than thirty per cent of its export income. This exported English is bound to have an effect on English in general. And this is just one small example.

So … all of you native English speakers out there … get ready to throw away your phrase books … whether you’re planning to visit Eastern Europe or the Himalayas … one thing you won’t have to worry about is the language!

Tradução, feita por mim, para um trabalho de iniciação em língua inglesa cuja nota final foi 9,0:

O futuro da língua inglesa:

Durante muitos anos nós nos referimos ao inglês como uma língua universal, a língua da comunicação e da tecnologia. Todo mundo está aprendendo inglês e não é incomum encontrarmos o inglês sendo usado como meio de comunicação entre, vejamos, um cientista alemão e um político italiano. Nos dias de hoje, se você não souber inglês, você corre o risco de ser excluído dos acontecimentos – na educação, no trabalho e especialmente no mundo dos avanços tecnológicos.
Muito em breve o inglês será a segunda língua de todas as pessoas no mundo. Isso está acontecendo enquanto eu falo com você. Não é possível saber quanto tempo esse processo demorará, mas sem duvidas, eu aposto, isso acontecerá mais cedo ou mais tarde.
Primeiramente inglês será obrigatório em todo currículo escolar, em todo o mundo. No ano de 2010 dois bilhões de pessoas, o que representa cerca de um terço da população mundial, falará inglês como segunda língua. Alias essa previsão não é minha. Isso é o que dizem os estudiosos.
Nós podemos verificar evidências dessas mudanças todo o tempo. Vamos usar o concurso de música ‘Eurovision’ como exemplo. Talvez nós possamos pensar no concurso em si, uma coisa que mudou recentemente é que agora os países podem optar por cantar em inglês. No ultimo festival, quatorze, dos vinte e cinco países competindo, pediram para que as regras fossem mudadas e fosse permitido cantar em inglês. Eles argumentaram que cantar em outra língua poderia colocá-los em desvantagem. Eu suspeito que em poucos anos todos os vinte e cinco países cantarão em inglês.
E o quê, exatamente, isso significa para os falantes nativos de inglês? Bem, nós definitivamente somos uma minoria. Se os cálculos estão corretos, em dez anos, o inglês majoritário – ou seja, os falantes não-nativos de inglês – representarão quatro para cada um dos nativos ingleses. Os dois ‘ingleses’ mais importantes não serão mais o britânico e o americano. Serão o inglês nativo e o inglês majoritário. Então os ingleses nativos estarão em desvantagem. Nós seremos as únicas pessoas no mundo que falarão apenas uma língua. Porque, vamos encarar, não haverá muitas razões para um falante de inglês nativo aprender uma segunda língua. Nós, e não os que falam o inglês majoritário, estaremos em desvantagem.
Mais e mais pessoas estão falando inglês, e, com isso ficarão mais e mais competentes. Eles começarão a dominar mais dos recursos e produções com o inglês e terão controle sobre o que deve ou não ser incluído no dicionário e nos livros linguísticos. Isso pode parecer distante, mas é algo que já está acontecendo. Vamos usar a Suécia como um exemplo. As músicas – predominantemente em inglês – representam mais de trinta por cento de suas importações. Essa exportação é o suficiente para afetar o idioma em geral. E isso é apenas um pequeno exemplo.
Por isso, todos vocês falantes nativos de inglês, já podem se desfazer de seus livros de frases rápidas. Caso você esteja planejando visitar a Europa Oriental ou Himalaia, uma coisa com a qual você não tem que se preocupar é com o idioma.

Fonte (english version): http://www.englishonline.org.cn/en/learners/english-for-work/business-bites/global-language